30 April 2009

Diagnóstico terapêutico da semana

Hoje eu paguei a faculdade de psicologia da minha terapeuta. E salvei, talvez, algumas almas do purgatório.

Ou

O que é mais intrigante do processo terapêutico é descobrir coisas tão óbvias dentro daquela salinha.

24 April 2009

Período composto

Há alguns posts, eu não escrevo mais que uma frase. Não pensem que minha vida anda assim monossilábica, é porque tem tanta coisa acontecendo que não sobra tempo pra escrever como devia. Ou não devia. Nunca vou saber.
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Tenho trabalhado muito. No trabalho "oficial" e em outros frilas que estão aparecendo e me trazendo muito prazer em entregar, ver o sorriso da pessoa que realizou comigo, ver o meu "filhote" saindo feliz da vida pra ganhar o mundo. Esses frilas são pequenos filhotes, nada bastardos, que têm me trazido muita alegria.
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Estou gravando um programa de rádio, contei? Não, não contei direito, porque o programa não foi lançado ainda mas quando for, será divulgado direitinho, viu? Conto com a "audição" de vocês, ainda que vocês já tenham me ouvido demais.
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Falando nisso, engraçado como apesar de ter falado e feito muitas coisas, eu tenho aprendido a me calar. Sabe aquele email ofensivo (não pense que eu não entendi suas entrelinhas, não, viu?) foi deletado com pompas e circunstância - um clique e fim. Se não, eu ia dizer "Ah, vai se catar!" (/timbre da Naiá-BBB9 on). Mas sou moça fina. Melhor calar. Oh.
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Sabe aquele outro email que parece carinho mas não é? Que eu também sei bem o que tem nas entrelinhas: Culpa. Com letrão maiúsculo, que não adianta nada, nem pra mim, nem pra vc. Por isso não respondi. Preferia que fosse mais verdadeiro - e a verdade, hoje em dia, pra mim, se traduz com ações, não palavras.
Sou uma das maiores defensoras da "palavra", escrita-falada. Mas ultimamente, também tenho defendido que palavra sem ação é nada. É silêncio. O mesmo silêncio que te retribui. Tá explicado por que não respondi?
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A Maria Alice e as crianças estão bem, tirando uns episódios mexicanos que atravessam minha novela de vez em quando.
Falando em novela, vocês já assistiram a Poder Paralelo, da Record? Assistam. É um clássico. Me ouçam. (adoro tosquices, não esqueçam)
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Não vejo a hora de chegar logo a cerimônia de batizado da minha querida Heloísa. A cerimônia é só pra coroar uma relação gostosinha que estamos começando a construir. Outro dia, no shopping, ela passeou nos meus braços super numa boa, conversou comigo com seus olhinhos brilhantes e sorriu com aquela boquinha sem dentes. A gente vai se entender muito bem, que eu sei. Até a Clarice já entendeu que a Helô veio para somar, não dividir. E ofereceu sua mãozinha carinhosa para cuidar dela, espontaneamente. Sem choro, sem prêmios, como deve ser.
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Falando em Clarice, ela tem aprendido o conceito de "irmãozinhos". Sabe que Zion é irmão de Enzo, Vitor de Mariana, Dudi de Isabel. E me disse, com toda sua singeleza infantil: "Mamãe, eu não tenho irmãozinhos. Eu tenho amiguinhos!" E eu já sei que sobre o assunto não preciso dizer mais nada. Já veio de fábrica. Que bom pra ela, que bom pra nós.
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Tenho recebido presentes maravilhosos. Encontrado pessoas lindas, que me abrem portas, indicam oportunidades, apontam soluções. É tão bom. Dá um conforto no coração, sabe? Compensa tanta babaquice do mundo, que eu nem te conto.
Dá uma certeza de que estou no caminho certo, na minha busca por um mundo (ainda que seja só meu) melhor, menos neurótico, mais generoso.
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E tenho saído de relações quando percebo que ali não haverá cuidado comigo. Vejam, não é nem interesse mútuo, nessas situações eu me viro muito bem. Eu tô falando das relações em que eu deposito confiança e recebo pedradas. Dessas, eu tenho me afastado faz tempo, e quando alguma nova aparece, eu nem espero para ver o que vai dar. Saio estalando as tamancas.
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Tenho vibrado muito pelas conquistas das pessoas que eu amo e rezado pela proteção delas também. De verdade. E que bom que as conquistas são cada vez mais numerosas.
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A vida tá assim. Vibrante e ocupada. As nóias, reservadas ao meu horário infalível com a Deise, que tem cuidado de mim como sempre e tão bem. As não resolvidas, que não tenho coragem nem de levar pra Deise, estão ali na estante, esperando a hora.
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Acho que a minha vida toda tá esperando a hora. Algumas coisas, acontecendo em real time. Outras, com a certeza de que agora não é o momento. Ou a certeza de que esse momento uma hora acontece.
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#beijomeliguem. Eu continuo por aqui.

22 April 2009

Só pra deixar bem claro:

Quando digo que a minha vida é uma novela mexicana, eu não estou exagerando. :P

15 April 2009

Apesar de.

Clique aqui.

E eu não vou precisar dizer mais nada.

09 April 2009

O convite da Deusa

Eu aceitei os dois convites. Esse post é a resposta do segundo.

O primeiro, que chegou alguns meses antes, não foi expresso, não foi entregue. O primeiro caiu no colo, atravessou o caminho, me pegou de surpresa. E foi irrecusável.

Eu me entreguei a ele... como um lugar no qual você chega e não consegue ir embora, pelo conforto do abraço, pelo aconchego da compreensão, pela importância do que ouve.

Eu fiquei.

E hoje, depois de tão pouco tempo convivendo com as queridas do Deusario, com as queridas pessoas que encontrei no grupo, com os segredos compartilhados, com as dores divididas, com as metas elencadas - e até cumpridas, com as estranhezas superadas, é para lá que volto, para recobrar as energias, para respirar fundo. Para alimentar a minha alma.

São as deusas que me roubam sorrisos e lágrimas, que me instigam, me provocam, me motivam.

Foi assim que as Deusas e o Deusário já são parte da minha vida real, muito além da virtual... para quem ofereço meu melhor abraço, meu conforto, meu apreço.

Elas são, sempre, um convite irrecusável. Que bom que eu aceitei.

06 April 2009

Fazer a coisa certa...

... nos dá uma sensação de paz e tranquilidade.

Oh coisa boa, quando a gente entende que o preço da retidão de alma e atitudes não é tão caro quanto pensamos... e que já temos saldo suficiente pra pagar por ele.

O resultado? Liberdade. Sempre.

03 April 2009

A vida compensa...

Essa semana tem sido um pouco aborrecida.

Mas daí, hoje, embora tais aborrecimentos tivessem deixado meu coração pequeno e triste, tive a honra de entrevistar a Fal, para o programa de rádio que eu e o Celso Freire estamos preparando.

Aí, tudo faz um sentido, sabe? O coração se expande em milhões de vezes, a vida faz sentido, difícil até de explicar.

E é isso que importa - quando a vida se enche de alegria verdadeira.

Fal, minha linda, não tenho palavras pra te agradecer! É de pessoas como você que esse mundo precisa.